sexta-feira, 25 de julho de 2014

Apresentação do Livro: "Tempo: A Última Estação"



     O tempo, mesmo efêmero, é o senhor que gerencia o início, o meio e o fim de nossa existência. “Há tempo para nascer e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou...” (Ecl. 3.2)

   Na larga ciência das coisas, na duração dos acontecimentos, no período contínuo e indefinido em que os eventos se processam, na sucessão de momentos em que se desenrolam os fatos – tempo!

 

   Angústias, alegrias, vitórias, fracassos, amores e ódios são diluídos, absorvidos e alegoricamente transformados em matéria de Poesia com o tempo...

   A vicissitude que nos remete aos referenciais de tempo que aprendemos nos bancos das escolas é, talvez, a representação mais evidenciada que temos; porém, ainda que seja na imaginação onírica dos poetas que dissuade o homem de sua vã “convicção” - reafirmando que o tempo é senhor absoluto e que transita por todas as estações, possibilitando instantes ímpares que modificam nossas histórias, ainda assim, o tempo é singular – não se repetirá jamais!

   Quem sabe aproveitar instantes importantes, curtos e essenciais que a vida nos oferece vive de forma plena e perfeita de realizações, nem que seja na última estação: tempo. Tempo... Tempo!

 
 


São Paulo, Outono de 2012.




                   Israel Lima

sábado, 3 de dezembro de 2011

Afagos Inocentes - Meu Livro de Estreia.


Confesso que, inicialmente, hesitei em publicar este livro que, desde 1997, já tinha escrito. Não é tão fácil falar de amor em público, porém imortalizá-lo é genial. Ouvimos, com certa frequência, que é, no mínimo, “meloso” escrever sobre o amor quando se está apaixonado. Essas palavras, por alguns anos, deixaram-me intimidado. Mas, certo dia, resolvi romper o silêncio e declarar, agora em público, o amor que, de certa forma, me “angustiou” por longos doze anos de minha vida.
As mais belas histórias são, sem dúvida, as que falam de amor. Desde a antiguidade Bíblica, passando pela Mitologia, até os dias atuais, o Cinema, a Música, a Literatura e as Artes em geral estão repletas de histórias a desaguar no oceano AMOR. Há amores que se concretizam e outros não, uns são felizes e outros nem tanto, mas são sempre amores... Quem não se lembra de Romeu e Julieta, de William Shakespeare; Capitu e Bentinho, de Machado de Assis; Simão e Tereza, de Camilo Castelo Branco; na Bíblia, o amor de Jacó e Raquel; entre tantas outras belas histórias...
Então, eu não poderia ser diferente, e nem indiferente a um sentimento tão puro, às vezes, banalizado, é verdade; mas que ainda sobrevive nos corações de muitos... Eu, por muitos anos, não acreditava no amor e no relacionamento sincero entre um homem e uma mulher. Hoje, sou mais que uma testemunha! Sei que é possível, sim, amar e ser amado nos dias atuais. Foram tantos desencontros pelo caminho que quase acreditei não mais reencontrar Silvinha. Mas o amor que nos unia era muito intenso e verdadeiro. Era um amor desprovido das amarras do preconceito. Em 2009 nos reencontramos, namoramos, noivamos e nos casamos em 9 de julho de 2011.
Hoje, vivemos a realidade de uma vida plena de satisfação, de uma vida regrada de amor, cumplicidade e companheirismo. Eu sonhei com este amor uma vida inteira... O amor, realmente, nos surpreende; o amor consegue unir corações desolados. Na vida temos de fazer escolhas, às vezes, agradáveis, outras não muito; mas o importante é que temos a possibilidade e o direito de escolha!
Para mim, é um grande privilégio compartilhar com você, caro leitor, estes singelos poemas carregados e conduzidos por tão nobre sentimento. Se você tem um amor, viva-o de forma sempre mais intensa! Se estiver à procura, saiba esperar o tempo certo, a pessoa certa... E esteja pronto (a) para viver um grande e intenso amor...

Caracteristica do Livro:

Número de páginas: 160 
Edição: 4(2013) Formato: A5 148x210 ISBN: 978-85-913151-0-9 Coloração: Preto e branco Acabamento: Brochura c/ orelha Tipo de papel: Offset 75g

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Afagos Inocentes

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Israel Lima

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

A Avaliação do ensino Superior


Os números do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) de 2010 e do Índice Geral de Cursos (IGC), recém-divulgados pelo Ministério da Educação, não trazem maiores surpresas. Em síntese, revelam que as mais conceituadas instituições públicas, confessionais e privadas mantiveram seus padrões de qualidade e que as faculdades e universidades com pior desempenho são estabelecimentos particulares que cobram mensalidades baratas e não se preocupam com a qualidade de seus cursos. O Enade é uma prova escrita aplicada anualmente a alunos ingressantes e concluintes do ensino superior. Já o IGC leva em conta, além dos resultados do Enade, a avaliação do corpo docente, das instalações físicas e do projeto pedagógico de cada instituição. O MEC também divulgou o Conceito Preliminar de Cursos (CPC), que é a nota conferida a cada curso oferecido. A avaliação do ensino superior combina assim três notas - a do desempenho dos estudantes, a do desempenho dos cursos e a do desempenho das instituições. No IGC, só 27 universidades - o equivalente a 1,47% das instituições avaliadas - conseguiram tirar a nota máxima. É um grupo seleto, do qual fazem parte as Universidades Federais do Rio de Janeiro (UFRJ), de Minas Gerais (UFMG), do Rio Grande do Sul (UFRGS) e de São Paulo (Unifesp), além do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), do Instituto Militar de Engenharia, da Fundação Getúlio Vargas e da Unicamp. Esta instituição, que participou pela primeira vez das avaliações do MEC, foi a primeira classificada no Enade. O desempenho é atribuído à contratação de professores com doutorado no País e no exterior, à seleção dos alunos por vestibulares que privilegiam o mérito dos candidatos e aos investimentos na infraestrutura de ensino e pesquisa. Alegando que o modelo de avaliação do MEC não é capaz de distinguir o aluno que tem um desempenho insatisfatório e o estudante que boicota a prova por razões políticas, entregando-a em branco, a USP não se submete às avaliações.
Das 1.826 instituições classificadas por critério de qualidade no IGC, 683 receberam as notas 1 e 2 - as mais baixas numa escala que vai até 5. E, dos 2.988 cursos avaliados classificados pelo CPC, 694 - o equivalente a 23,2% do total - foram reprovados. No CPC, foram avaliadas 14 áreas de conhecimento. Dos cursos de enfermagem e odontologia, só quatro tiraram a nota máxima em cada área. Em farmácia, foram só dois cursos e em agronomia, dez. Na área de medicina, nenhum curso obteve a nota máxima. As universidades públicas mais conceituadas obtiveram o melhor desempenho nas mais variadas áreas do conhecimento. Já as instituições privadas mais bem classificadas se destacaram, basicamente, nas áreas de economia, administração e negócios. Das instituições de ensino superior que o MEC considerou inadequadas, 214 são particulares e 12 são municipais. Na avaliação de 2010, 226 faculdades e centros universitários foram reprovados pelo quarto ano consecutivo. Por isso, o governo anunciou que promoverá auditoria em 70 delas, podendo descredenciá-las caso voltem a ser reprovadas, e fiscalizar as demais com maior rigor.
Ao anunciar os resultados da avaliação do ensino superior, o MEC também anunciou que determinará o corte de 50 mil vagas nos vestibulares de cursos de saúde, administração e ciências contábeis. Trata-se de um número pequeno, considerando-se que essas áreas têm cerca de 1,1 milhão de vagas, atualmente. Além disso, quase todas as vagas a serem cortadas não estão preenchidas, por falta de candidatos. E, como lembram os especialistas do setor, apesar das ameaças de fechamento de cursos, o MEC tem sido leniente com a questão da qualidade, pois o ministro Fernando Haddad pretende usar a expansão de vagas no ensino superior como uma de suas bandeiras na campanha para a Prefeitura de São Paulo. Independentemente do modo como o MEC vai agir com relação às instituições mal avaliadas, o Enade, o IGC e o CPC são um retrato do ensino superior no País.
(Clipping 21.11.2011 - O Estado de São Paulo, 21/11/2011 - São Paulo SP)